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terça-feira, 25 de outubro de 2011



COMEÇA A FESTA DOS TABERNÁCULOS
TEMPLO CHEIO DA PRESENÇA DO SENHOR

Igreja movimentada no primeiro dia de Tabernáculos. Cerca de 300 pessoas foram à abertura de uma das principais festas eleitas por Deus como sendo Dele próprio. A festa está programada até o próximo dia 30 com a participação de todas as gerações da Igreja Batista do Jardim Laguna(IBJL), em Contagem. Este ano o tema da festa é : “Israel, Luz Para as Nações”. Hinos de louvor numa abertura de excelência para a honra e glória do Eterno.
O apóstolo Beto Malaquias deu as boas-vindas e explicou logo. “Essa não é festa de Judeu. Deus disse que é festa Dele. Nós aqui seguimos princípios bíblicos. Tem gente que não gosta de judeu, mas lembre-se que há um judeu morando dentro de você”, pregou, referindo-se a Jesus Cristo. Ele destacou ainda que a cultura romanista introduziu na mente do cidadão o distanciamento dos princípios bíblicos, divulgando conceitos pré-estabelecidos debaixo de interesses meramente político/religioso. No entanto, disse o apóstolo, festa bíblica serve para ativar a memória do crente.
O líder da IBJL citou Salmos 112, no qual Davi diz que Deus exaltará o justo. “O justo nasce luz nas trevas... O perverso vê isso e se enraivece; range os dentes e se consome; o desejo dos perversos perecerá”. E assim, será na vida dos que temem a Deus e se compraz nos seus mandamentos.
E os mandamentos têm sido seguidos na IBJL. A festa em si começou com a chegada da arca da aliança que foi levada ao centro do tabernáculo. A arca guarda as tábuas com os 10 mandamentos dados por Deus a Moisés, além de representar a glória de Deus naquele lugar. Logo depois, as duas primeiras tribos, das 12 que serão representadas, entraram no templo. Rubem foi a primeira com seu estandarte e a tribo de Simeão veio na seqüência. Ambas, foram apresentadas pelos integrantes das gerações. Houve explicações bíblicas sobre o significado dessas tribos. Cada nome representa uma benção dada por Jacó - neto de Abraão para o qual Deus havia dito que seria pai de multidões – promessa cumprida na geração de Jacó – patriarca das 12 tribos. Do lado de fora da igreja, as tendas das duas tribos estavam montadas e caracterizadas com símbolos de cada uma delas. Quem visitou o local, recebeu explicações sobre os utensílios e peças utilizados na época.
Muita unção numa festa dedicada ao Senhor. Ao final, o apóstolo Beto lembrou que Jesus é o nosso tabernáculo. É Nele que encontramos abrigo durante as tempestades. O líder leu os 14 primeiros versículos do Evangelho de João que se refere a “A encarnação do Verbo”. “ No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus ....”. A festa continua até o próximo dia 30. (Araújo12)

sábado, 15 de outubro de 2011


Família apostólica em Jerusalém. Detalhe: Talit com os nomes dos irmãos da IBJL. O acessório foi imerso no Jordão pelo apóstolo Beto. Ato profético de purificação das famílias. Benção e prosperidade para todos. Aleluias!!!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

quinta-feira, 6 de outubro de 2011





Tabernáculo: o lugar da morada de Deus
Sukka, nós fortalecidos pelo Espírito Santo



As gerações da Igreja Batista do Jardim Laguna (IBJL), em Contagem, estão se mobilizando para a Festa dos Tabernáculos, uma das principais celebrações instituídas pelo próprio Deus numa ordenança dada a Moíses. O evento está programado para os próximos dias 24 a 30, na sede da IBJL. Este ano o tema será Israel, Luz Para As Nações. Um dia antes, 23 de outubro, celebraremos o Yom Kipur – Dia do Perdão, o Dia de Purificação. Neste dia, todos devem ir ao culto trajando uma peça de roupa branca.
Sobre Tabernáculos, o apóstolo Beto Malaquias lembra que ao desenvolvermos a visão de Jerusalém desatamos milagres. “ Essa visão traz uma unção de prosperidade e de alegria sobre as famílias”, disse. Ele acrescentou que a festa remete à proteção que Deus providencia quando passamos pelo deserto. “Enfim, é também uma forma de ensinar os filhos e as futuras gerações que o nosso Deus é fiel, não abandona seu povo ainda que este tenha se desviado. Deus é misericordioso com seu povo”, afirmou.


HISTÓRICO

A Festa dos Tabernáculos ou Festa da Colheita era originalmente uma festa agrícola , assim como a Páscoa e Pentecoste. Apesar disso Deus lhe atribui um significado histórico: a lembrança da peregrinação pelo deserto e o sustento pelo Senhor. A fragilidade das tendas que o povo construía era uma lembrança da fragilidade do povo quando peregrinava os 40 anos no deserto a caminho da Terra Prometida.
A palavra "tabernáculo" origina-se da palavra latina "tabernaculum" que significa "uma cabana, um abrigo temporário". No original hebraico, a palavra equivalente é sukka, cujo plural é sukkot. A Festa durava uma semana e durante este período habitavam em tendas construídas com ramos. É um tempo de regozijo e ação de graça. Posteriormente , na história judaica, a Páscoa, Pentecoste e a Festa dos Tabernáculos são chamadas no calendário judaico de Festas de Peregrinos, porque nestas três festas era exigido que todo homem judeu fizesse uma peregrinação até o Templo, em Jerusalém. Nestas ocasiões, o povo trazia os primeiros frutos da colheita da estação ao Templo, onde uma parte era apresentada como oferta a Deus e o restante usado pelas famílias dos sacerdotes. Somente após essa obrigação ser cumprida era permitido usar a colheita da estação como alimento.
A ordenança de Deus para que o povo habitasse em tendas traz conotações de caráter moral, social, histórico e espiritual. A Sukka é um símbolo de proteção divina. Em momentos de aflição pedimos ao Todo-Poderoso que nos "abrigue em sua tenda" ( Salmos 27.5 ).

A Sukka é um chamado contra a vaidade e um apelo à humildade. Mesmo o mais poderoso dos homens deve viver durante sete dias numa habitação primitiva e modesta, conscientizando-se da impermanência das posses materiais. Mais ainda, deve compartilhar essa moradia com todos os desprivilegiados a seu redor : "seus servos, o estrangeiro, o órfão e a viúva que estiverem dentro dos seus portões". ( Deuteronômio 16.14). Por ser pequena, sem compartimentos a sukka obriga seus moradores a se aproximarem, física e afetivamente, e talvez os inspire a se manterem mais unidos nos outros dias do ano.
De acordo com a Lei, a cobertura da sukka deve ser feita de tal forma que através dela se possam ver as estrelas. Resulta um teto pelo qual se infiltram a chuva e o vento, mas pelo qual também penetra a luz do sol. A sukka é o modelo de um verdadeiro lar: sem uma estrutura sofisticada, sem decoração luxuosa, mas cheia de calor, tradição e santidade. Um lar deve ter espiritualidade, deve ter uma vista para o céu.
A sukka é um abrigo temporário, improvisado, construído às pressas. E, no entanto, ela é um símbolo de permanência e continuidade. É tão frágil, tão precária , tão instável e, no entanto, sobreviveu a tantos impérios, tantas revoluções porque na verdade seu sustento é divino , é somente o Senhor quem nos pode sustentar !
(Araujo12 com www.abordo.com.br/hebraico)

domingo, 2 de outubro de 2011

Casal de êxito a serviço do Reino



Quebrar velhos paradigmas. Esta afirmação faz parte do perfil do casal de apóstolos Helbert Malaquias e Michelle, da Igreja Batista do Jardim Laguna (IBJL), em Contagem, na Grande Belo Horizonte. À frente desse ministério, o casal tem feito a diferença por meio da Visão Celular no Modelo dos 12. E bem ao estilo mineiro sem fazer barulho, em silêncio, eles têm se destacado na evangelização: Ganhando,Consolidando, Discipulando e Enviando, cumprinndo acima de tudo o princípio do Ide de Jesus.
Mas este casal que respira a Visão Celular faz barulho sim. Um barulho Santo feito para Jesus nas celebrações, principalmente, dos frutos fiéis. Exortadores, apaixonados pela Palavra e por suas ovelhas.
O traballo incansável do casal já tem sido renconhecido pelo mentor da Visão Celular do País, o apóstolo Rene de Araujo Terra Nova. Nos bastidores, o apóstolo tem confidenciado a admiração pelo apóstolo Beto, que desponta como uma liderança para essas Gerais. Assim, ropendo em fé, mudando rotas, o casal tem sido marco na (Re)Visão em Minas. Eles têm reoxigenado esta ferramenta para ganhar almas para o Senhor. “Ele é intenso, busca mais e mais ovelhas. Vive o que prega. Não se acomoda como tantos outros por aí fazem. Tem pastor que se contenta com aquelas tantas ovelhas, mas o apóstolo Beto, não. Hora está aqui, outra ali. Cobre um pastor aqui, outro ali, prega, prega... É intenso mesmo ”, resumiu o pastor Eduardo, da igreja de Ribeirão das Neves e que faz parte da cobertura do apóstolo Beto. (Araujo12)